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Dec. 22nd, 2007 | 10:40 pm

Perder-te depois de te ter encontrado seria chegar ao fundo do poço. Sem dúvida alguma.
O sentimento de pertença, protecção e união que me transmites é incomparável.
É contigo que espero poder contar nas adversidades, pois acredito (mesmo) que nunca te desiludiria ao ponto de me abandonares.

Amo-te.

E por vezes dizer-te isto é insuficiente.

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Sep. 26th, 2007 | 08:25 pm

"Depois vêm cansaços e o corpo fraqueja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanso por curto que seja
apagam-se dúvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida:
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida."
Primeiro Dia, Sérgio Godinho

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Aug. 16th, 2007 | 09:27 pm

Facto: estou viva.

Veredicto: É positivo ou não?




















Cada vez importa menos corresponder às expectativas, atingir objectivos (até porque não os tenho) ou o que quer que seja. 
E não acho que seja bom.

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Jul. 19th, 2007 | 10:55 am

(Enfim) posso dizer que o vento que determina o rumo da minha existência sopra de feição. É-me permitido agora respirar de alívio, a tempestade passou. E mesmo que volte estou mais forte, mais segura e tenho cordas fortes que me amparem na dificuldade. Sei que não cairei, não contra minha vontade. Sei que sou dona de mim, que sei estar mais perto de tudo e de todos, e ao mesmo tempo distante.


E é bom.



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(no subject)

Jul. 17th, 2007 | 03:16 pm


"(...)Lembras-te da pequena rosa que cresce ao fundo do teu jardim?
Da última vez que reparaste nela era branca, pura e frágil. As suas pétalas eram tão delicadas que receaste tocar-lhe e não te apercebeste do seu perfume. Todos os dias a olhas mas não a vês, não a sentes. Não notas o quão sedenta se encontra de amor, de carinho, de luz.  
A rosa já quase murchou. Talvez seja tarde demais quando deres conta. Talvez agora seja já tarde. 
Poir quanto tempo continuarás alheio ao seu sofrimento? (...)"

Essa rosa poderei ser eu, sem me ter apercebido.

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Apaixona-te

Jun. 2nd, 2007 | 09:24 pm

E tu, já te apaixonaste hoje?
Não torças o nariz, não precisas de sofrer logo a seguir, não é dessas paixões que falo.
'Tás a ver aquelas coisas boas, que te t põem sempre com um sorriso na cara, no matter what?

Então apaixona-te, enamora-te, sente e ignora tudo o que está à tua volta.
Aprecia o Sol, a sua luz e o calor na tua pele, ouve música e dança contigo mesmo, lê poesia e comove-te com ela.
Fotografa as nuvens cinzentas, com o Sol a emergir por entre elas, abraça um amigo e dá-lhe beijos na cara sem que o espere, ri-te até que te doa a barriga. Lê um bom livro, tem daquelas conversas profundas que sabem mesmo bem. Pisca o olho a quem se mete contigo. Dá uma volta grande e descobre novos locais, passeia de carro. Olha-te ao espelho e agrada-te com o que vês, agradece um elogio que te façam.

Ainda te parece tudo tão negro?



A mim, não. Um muito pouco pode levar-me ao céu ou fazer-me cair, mas de qualquer modo, prefiro voar. Sempre.

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actos.

Apr. 24th, 2007 | 02:39 pm

"Those who had my body never reach my soul, those who had my soul never felt me."

Ainda assim, há actos que ajudam mais que mil palavras.
Obrigada.

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Castelinhos de areia

Apr. 15th, 2007 | 09:24 pm
music: I write Sins not Tragedies

Depois da espécie sonho em que me descobri mulher; depois das juras prometidas e quebradas... depois da eternidade que não durou mais que os breves momentos que demora a ilusão a desvanecer-se no ar... depois de esperanças... de falsas felicidades... de choros injustificados... depois de toda aa turbulência necessária ao despique do avião a cuja queda chamam "crescer"... tu chegaste.
Devagar, a pouco e pouco, construí castelos de areia na praia do meu querer, com os grãos da minha infantilidade.
Forcei-me a acreditar que eras a resposta às minhas dúvidas, que estarias lá para amparar as minhas quedas. Pelos vistos enganei-me. Não vou dizer que a culpa foi tua, nunca me deste esperanças...
E o vento que destrói ilusões soprou, e os meus castelos foram deitados por terra. Hoje apenas me resta espezinhar os memórias que me restam de ti, para que não se voltem a erguer.
Tanta coisa que gostava de te poder perguntar, mas tendo já abusado da tua confiança, não me atrevo a tal.
Agora? Agora é seguir em frente em direcção ao mar, e, a partir dí nadar até ao outro lado do oceano; se me afogar pelo caminho, afoguei. Não serei a primeira nem a última, mas um dos bravos que tentaram.

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Páscoa (?)

Apr. 8th, 2007 | 12:49 pm

Há datas que não deviam existir, nomeadamente as festivas.
Todos os anos vinham cá a casa a minha tia e o mau avô paterno, havia montes de bolos na mesma e um bocado de stress para que o almoço não se atrasasse.
Pois bem, esse meu avô está de cama e não deve sobreviver durante muito mais tempo, pelo menos não a consumir apenas (menos de) uma chávena de leite por dia. Nos últimos tempos é ver  anda tudo a esconder a tristeza uns dos outros, (provavelmente até é melhor, não sei, se se pusesse tudo a chorar não se resolvia nada e talvez ainda ficassem pior).
Coiso.
Dói-me ver o meu pai cada vez mais cansado, normalmente gritava por não saber das coisas, chateava mas era ele, agora já nem diz nada, já nem ralha. A minha mãe tem tendências para depressões e no dia dos anos dela estava claramente no início de uma; nem sei como é que pelo menos aparentemente, recuperou. Quanto à minha tia, não gosto dela e sinto-me culpada por isso. Sei que ela gosta de mim, não pelo que sou mas dizem que saí parecida com a mãe dela, enfim... Racionalmente falando, acho que se calhar devo gostar dela, ensinaram-me em pequenina que da família se gosta sempre, mas não consigo gostar dela como pessoa. Um dos meus medos é ficar mesmo com ela: sozinha e com todos a aturarem-me porque, e apenas, me devem favores.
O resto da família não me preocupa muito.
Até me tenho andado a aguentar bem, mas ontem à noite e hoje de manhã  tenho chorado e isso irrita-me. Desde pequena que choro à mínima coisa, e disfarçar custa. E não serve de nada.

Mesmo assim, Boa Páscoa :)

"Sorri sempre ainda que o teu sorriso seja triste, porque mais triste que o teu sorriso triste é a tristeza de não saber sorrir." 



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Ainda me dói mais uma catrefada de coisas, mas não estou para me lamentar e ficar ainda mais deprimida.
Desde já,  obrigado a quem ler(:

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Mar. 28th, 2007 | 05:09 pm

Amor Sem Tempo (M. J. Alves dos Reis)

 

Quisera a minha voz

entrar nas artérias do teu corpo.

Quisera ver a minha dor

vencida pelas cores do teu rosto

e roçar as pedras da calçada

na nudez do prazer.

Quisera, meu amor, falar de ti

a quem não sabe ouvir-me

e dar a minha intimidade

ao gesto de te ver.

Quisera pendurar os meus pedaços

na gruta do futuro

deste amor sem tempo.

Quisera acreditar que me acreditas

quando num beijo

te dou tudo em silêncio.

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